anuncie aqui

Hugo quer votar proposta do governo sobre fim da 6×1 na semana do São João

Com a intenção de destravar a pauta da Câmara dos Deputados, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), acelerou o projeto do governo sobre o fim da escala 6×1.

Ele confirmou que quer votar proposta do governo na próxima semana.

Conteúdo Promovido

Desde o dia 30 de maio, o projeto de lei está travando a pauta da Câmara por tramitar em regime de urgência.

Nessas condições, o plenário da Casa só pode votar PECs (propostas de emenda à Constituição), PDLs (Projetos de Decreto Legislativo) e requerimentos de regime de urgência.

Prates foi o relator da PEC, já aprovada pela Câmara, que reduz a jornada de trabalho no país. O parlamentar foi responsável por costurar o texto que espera aval do Senado para seguir tramitando no Legislativo.

O projeto do Executivo foi enviado pelo governo ainda em abril, com objetivo de pressionar o Congresso pelo avanço da PEC que trata do mesmo assunto. Depois, por acordo entre Hugo e o Palácio do Planalto, ficou definido que o texto seria usado para tratar das mudanças nas jornadas de diferentes categorias.

Agora, o detalhamento dos regimes diferenciados de determinados profissionais deve ficar para outra proposta.

Prates já iniciou conversas com a equipe técnica para encontrar uma costura possível para o projeto de lei.

A ideia é que o texto seja votado na semana que vem para agilizar a tramitação e aumentar a pressão sobre o Senado, que passará a ter duas propostas recém-analisadas pelos deputados sobre a redução da jornada de trabalho.

A Casa Alta tem travado o avanço da PEC do fim da 6×1 desde que a proposta foi despachada pela Câmara. A meta do governo era votar o texto ainda no primeiro semestre para usar como uma das principais bandeiras para a campanha eleitoral.

A intenção de Hugo é aprovar o projeto do governo nos mesmos termos da PEC que já recebeu o aval dos deputados no fim de maio.

A PEC aprovada na Câmara estabelece a redução da jornada de trabalho semanal para 40 horas com dois dias de descanso.

O texto propõe uma transição de 14 meses para a redução da jornada de trabalho atual de 44 horas para 40 horas semanais em duas etapas com diminuição de duas horas cada, sem redução de salários.

A primeira será feita 60 dias depois da promulgação do texto.

A segunda será feita 12 meses depois, totalizando 14 meses após a promulgação da nova emenda.

Fonte: PB Agora

Mostrar mais
Botão Voltar ao topo