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João celebra nota A do estado pelo sexto ano consecutivo e destaca equilíbrio das contas da PB

O pré-candidato ao Senado Federal e ex-governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), celebrou a conquista, pelo sexto ano consecutivo, da nota máxima da avaliação da gestão fiscal do estado pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

Por quatro anos – de 2021 a 2024 – o estado obteve o CAPAG A (Capacidade de Pagamento A) e nos últimos dois anos, a nota foi elevada para Capag A+, avaliação estabelecida da STN desde o ano passado com a análise da qualidade e transparência das informações contábeis. A nota, divulgada nesta terça-feira (14), atesta o equilíbrio da gestão fiscal e a capacidade de investimentos do governo.

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O ex-governador destacou que a estabilidade econômica do estado permitiu a realização de grandes investimentos, além de garantir segurança jurídica aos investidores, ação continuada pelo governador Lucas Ribeiro (Progressistas).

“Graças à solidez fiscal do estado, quebramos paradigmas e tiramos do papel sonhos de décadas, a exemplo da Ponte do Futuro e do Polo Turístico Cabo Branco. O empresário sabe que pode investir na Paraíba porque aqui tem um ambiente favorável de negócios e um governo que investe em infraestrutura, segurança e pensa no presente e no futuro, melhorando a qualidade de vida das pessoas e oferecendo oportunidades de emprego e renda”, destacou ao reforçar que os números resultam de um trabalho sério e focado em fazer a Paraíba crescer.

A nota máxima da STN reforça outras análises de entes nacionais e internacionais sobre o equilíbrio fiscal da Paraíba.

Ao contrário de outros estados que enfrentam dificuldades para honrar compromissos, a Paraíba alcançou a terceira maior disponibilidade financeira do país, com cerca de R$ 4 bilhões em caixa, garantindo capacidade de investimento contínuo, assegurando investimentos e o custeio de políticas públicas.

As análises da STN, que colocam a Paraíba por seis anos seguidos com a nota A, são referentes às avaliações da gestão fiscal do estado entre 2019 e 2025. O estudo leva em consideração a capacidade de endividamento, a poupança corrente e a liquidez do estado.

Fonte: PB Agora

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