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	<title>Arquivos Saúde - Portal Sertão Notícias</title>
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	<description>A Paraíba do Litoral ao Sertão</description>
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	<title>Arquivos Saúde - Portal Sertão Notícias</title>
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		<title>Um em cada quatro brasileiros não sabe que o câncer pode ser prevenido</title>
		<link>https://www.portalsn1.com/brasil/um-em-cada-quatro-brasileiros-nao-sabe-que-o-cancer-pode-ser-prevenido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bertrand Chaves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 11:07:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um em cada quatro brasileiros desconhece que o câncer é uma doença que pode ser prevenida. A informação faz parte do relatório Mais Dados Mais Saúde &#8211; Percepções da população brasileira sobre fatores de risco para o câncer. O estudo investigou de que forma a população percebe e se relaciona com alguns fatores de risco para &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um em cada quatro brasileiros desconhece que o câncer é uma doença que pode ser prevenida. A informação faz parte do relatório Mais Dados Mais Saúde &#8211; Percepções da população brasileira sobre fatores de risco para o câncer. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?w=1220&#038;ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?w=1220&#038;ssl=1"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo investigou de que forma a população percebe e se relaciona com alguns fatores de risco para o câncer como tabagismo, bebidas alcoólicas, alimentos ultraprocessados e sedentarismo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Instituto Nacional de Câncer (Inca), são estimados 781 mil casos novos de câncer por ano no triênio 2026/2028. O volume representa aumento de 10,9% em relação ao período anterior, impulsionado pelo envelhecimento da população e por hábitos de vida.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa é a primeira edição de abrangência nacional que investiga o conhecimento dos brasileiros em relação à prevenção do câncer, incluindo o que pensam e fazem sobre o assunto. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo foi realizado pelas organizações Umane e Vital Strategies, com apoio do Instituto Devive e parceria técnica do Inca. Foram entrevistadas 6,5 mil pessoas em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal.  </p>



<h2 class="wp-block-heading">Fatores de risco &nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto alguns hábitos, como o fumo e a exposição solar sem proteção são mais percebidos pela população como perigosos, outros não são vistos como fatores de risco para o câncer. </p>



<p class="wp-block-paragraph">É o caso do sedentarismo, por exemplo, que aparece nas últimas posições dessa lista. <strong>Menos da metade dos brasileiros (48,3%) acha que a falta de atividade física favorece o desenvolvimento da doença.  </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação da&nbsp;Chefe da Divisão de Pesquisa Populacional do Inca, Luciana Grucci Moreira, percebe-se uma melhora no Brasil em termos de percepção da população, especialmente em comparação aos estudos internacionais. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O maior exemplo disso é o fumo, que apresenta reconhecimento de fator de risco bastante elevado entre a população adulta brasileira: 90,5% disseram saber que fumar causa câncer. </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os outros dois fatores com maior índice de percepção são herança genética (89,4%) e exposição solar excessiva (88,3%).  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Já outros fatores não são percebidos da mesma forma pela população como bebidas alcoólicas, apontadas como fator de risco por 71,3%, bem como alimentos embutidos como presunto e salsicha (70,7%), e ultraprocessados como macarrão instantâneo, salgadinhos e sorvete (65,6%). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a especialista, a principal diferença para os distintos graus de percepção são políticas públicas e campanhas informativas, como as implementadas em relação ao cigarro nas últimas décadas. &nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Advertências em embalagens, impostos para elevar o preço do tabaco, ambientes restritos de fumo. Ou seja, um conjunto de políticas públicas e muita campanha informativa, de&nbsp;comunicação, que já foram desenvolvidas acerca do tabaco”, compara. &nbsp;</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Ela acredita que para ampliar a percepção da população, é preciso avançar em ações semelhantes para os outros fatores de risco. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O estudo mostra, ainda, que a população desconhece que o aleitamento materno é um fator de proteção para o desenvolvimento do câncer de mama. A cada 10 entrevistados, 4 não sabiam dessa informação. &nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“A mulher que amamenta tem uma proteção maior contra o câncer de mama quando comparada com aquela mulher que não tem oportunidade de amamentar”.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Obesidade&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Já o sobrepeso e a obesidade são conhecidos como fator de risco para o câncer por apenas 54,1% da população.</strong>&nbsp;O mesmo ocorre em relação ao consumo de bebidas adoçadas (refrigerantes), baixa ingestão de frutas e verduras e o sedentarismo, que são associados ao câncer por somente 55,3%, 53,3% e 48,3% dos adultos brasileiros, respectivamente. A carne vermelha é reconhecida como item que aumenta a chance de desenvolver câncer por menos de três em cada dez brasileiros, ou 27,5%.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Lembrando que não é só a informação que é determinante para uma escolha alimentar. Existem outras questões como o acesso ao alimento, renda, preço dos alimentos, marketing. A gente precisa avançar em outras políticas públicas também conjuntamente para promover não só essa percepção, como a melhora das escolhas mais saudáveis por parte da população”, defende.&nbsp;</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Ela reforça a necessidade de políticas públicas para prevenir fatores ambientais e comportamentais que aumentam a chance de se desenvolver um câncer, como por exemplo a atividade física e a alimentação adequada. &nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Não é só falar: ‘faça atividade física’. A rua em que a pessoa mora tem que estar iluminada, com segurança, para ela praticar exercício. A política pública tem esse papel de dar a opção de melhores escolhas para todos esses fatores de risco”, explica.&nbsp;</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Comportamentos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa também investigou hábitos da população relacionados aos fatores de risco para o câncer, como o consumo de alimentos embutidos, ultraprocessados, carne vermelha e bebidas adoçadas. E também questionou os entrevistados se havia intenção ou não de reduzir o consumo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de 45% dos indivíduos relataram consumir produtos ultraprocessados e ter tentado reduzir o consumo, enquanto 33% afirmam não consumir e 15% consomem e não têm intenção de reduzir esse hábito. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação aos refrigerantes e demais bebidas adoçadas, aproximadamente 53% relataram consumo com tentativa de redução, 27% não consomem e cerca de 15% não querem reduzir a ingestão. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação à carne vermelha, foi observada maior proporção de indivíduos que relataram consumir sem ter tentado reduzir (cerca de 45%), seguida por aqueles que consomem e tentam reduzir (aproximadamente 40%), enquanto o não consumo é menos frequente (em torno de 10%).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em contrapartida, 86,3% da população afirmou consumir frutas, legumes e verduras. Entre os que não consomem, 8,3% disseram ter intenção de começar.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Jovens &nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O relatório revela que os jovens até 24 anos são os que mais consomem os alimentos mais relacionados como fatores de risco sem a intenção de reduzir.</strong>&nbsp;Esse comportamento foi acusado por 32,3% com relação aos ultraprocessados, 24,4% quando se trata de bebidas adoçadas, 29,5% embutidos e 49,1% em relação à carne vermelha.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sobre bebidas alcoólicas, substância associada a pelo menos oito tipos de câncer, metade da população (50,1%) relatou não consumir enquanto 32,5%, entre os que consomem já tentaram reduzir o hábito.</strong> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os jovens até 24 anos são maioria entres os que declaram beber e não ter a intenção de reduzir (16,9%), mesma resposta dada por 8,7% das pessoas de 25 a 59 anos e por 7,1% daqueles com mais de 60 anos. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Sedentarismo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao sedentarismo, 52,2% disseram que praticam atividade física e 39% manifestaram querer começar a se exercitar. Os mais ricos são os que mais sabem da importância da atividade física na prevenção do câncer. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de 45% dos que recebiam até R$ 2 mil apresentaram menor proporção de conhecimento sobre o sedentarismo como fator de risco em comparação àqueles com renda igual ou superior a R$ 10 mil (59,6%). </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Indagados sobre o peso corporal, 48,8% se declararam com peso saudável.</strong> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os que reconhecem ter excesso de peso, 31% afirmaram estar fazendo algo a respeito, mas esse número cai para 22,9% entre pessoas com renda menor que R$ 2 mil, contra mais de 40% entre os de renda acima de R$ 3 mil. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Estratégias&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação da gestora do Inca, Luciana Moreira, o resultado do estudo permite pensar e planejar quais esforços devem ser feitos para levar informação de qualidade para população. &nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Se a população hoje não reconhece, por exemplo, que as carnes processadas aumentam o risco de câncer, essa informação é muito importante para nós, que trabalhamos com ações de prevenção e com criação de políticas públicas, de que é preciso investir em estratégias de comunicação”, afirma.&nbsp;</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Luciana Sardinha, da Vital Strategies, acredita que o estudo tem um efeito muito positivo para&nbsp;despertar na população o interesse pelo assunto. “Ao dar visibilidade aos resultados, eles chamam a atenção da população para os fatores de risco para o câncer”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Fonte: Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>Diabetes afeta 12,9% da população adulta da Paraíba e exige cuidados permanentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bertrand Chaves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 10:53:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diabetes é uma das doenças crônicas mais comuns do Brasil. O país ocupa o 6º lugar no mundo entre os países a ter mais pessoas com a diabetes no geral, enquanto fica em 3º lugar em relação a diabetes Tipo 1. Manter o tratamento de forma contínua ainda é um desafio para milhares de &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O diabetes é uma das doenças crônicas mais comuns do Brasil. O país ocupa o 6º lugar no mundo entre os países a ter mais pessoas com a diabetes no geral, enquanto fica em 3º lugar em relação a diabetes Tipo 1. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Manter o tratamento de forma contínua ainda é um desafio para milhares de pessoas, especialmente diante de barreiras no acesso ao cuidado e das dificuldades da rotina diária. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados da Sociedade Brasileira de Diabetes, no Brasil mais de 13 milhões de pessoas vivem com a doença, o que representa 6,9% da população. Entre os tipos de diabetes, a maioria é o Tipo 2, que acontece quando o organismo não usa adequadamente a insulina que produz ou não produz insulina suficiente para controlar a taxa de glicemia. Já a diabetes Tipo 1 afeta aproximadamente 600 mil pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já dados do relatório do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), revelam que no estado da Paraíba 11.254 pessoas morreram em decorrência da diabetes&nbsp;<em>mellitus&nbsp;</em>entre janeiro de 2020 e dezembro de 2025. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba (SES-PB), atualmente 12,9% da população do estado, com vinte anos ou mais, vivem com diabetes, um registro de 392.002 pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as mulheres paraibanas, 14,3% têm diabetes, resultado de 229.811 diagnósticos. Em relação aos homens, o número diminui para 160.351 paraibanos, o equivalente a 11,2% da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A endocrinologista Lunnara Saldanha explica que uma das principais dificuldades enfrentadas pelos pacientes é manter a rotina de cuidados exigida pela doença. Segundo ela, o manejo da insulina e o monitoramento frequente da glicose costumam estar entre as maiores queixas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O mais desafiador, sem dúvida, é o manejo e a aplicação de insulina e a monitorização da glicose várias vezes ao dia, em virtude da frequência necessária, da dor e do desconforto das picadas, principalmente para quem não utiliza monitor contínuo”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista acrescenta que as restrições alimentares também geram dúvidas e inseguranças. Além disso, o caráter crônico da doença, o receio do surgimento de complicações, a necessidade de mudanças permanentes no estilo de vida, os custos do tratamento e a falta de apoio social contribuem para tornar o controle do diabetes ainda mais difícil.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O diabetes mellitus apresenta vários tipos e várias formas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">– Diabetes Mellitus tipo 1 (DM1) é uma doença crônica não transmissível, de origem autoimune, caracterizada pela destruição das células beta do pâncreas, responsáveis pela produção de insulina. Esse processo leva à deficiência ou ausência do hormônio no organismo. A doença tem maior incidência entre crianças e adolescentes, especialmente na faixa dos 10 aos 14 anos, embora também possa ser diagnosticada em adultos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, estima-se uma incidência de cerca de 25,6 casos por 100 mil habitantes ao ano, índice considerado elevado. O tratamento do DM1 exige o uso diário de insulina para o controle dos níveis de glicose no sangue, sendo fundamental para evitar complicações associadas à doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">– Diabetes tipo 2: acontece quando o corpo não aproveita da forma correta a insulina, e a causa está relacionada ao sobrepeso, sedentarismo, triglicerídeos elevados, hipertensão e hábitos alimentares inadequados. É fundamental manter acompanhamento médico para tratar não apenas o diabetes, mas também as outras doenças. Estima-se que cerca de 90% dos pacientes brasileiros têm esse tipo da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de quem já é diagnosticado com diabetes, é importante considerar também as pessoas em fase de pré-diabetes, condição considerada um sinal de alerta para o desenvolvimento da doença. O pré-diabetes é uma condição em que os níveis de glicose no sangue estão acima do normal, mas ainda não são suficientes para caracterizar o Diabetes tipo 1 ou tipo 2. Trata-se de um importante sinal de alerta do organismo, geralmente associado a pessoas com obesidade, hipertensão e alterações nos níveis de lipídios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa fase é considerada a única etapa do diabetes em que ainda é possível reverter o quadro, evitando a progressão da doença e o surgimento de complicações, como o infarto. No entanto, estudos indicam que cerca de 50% das pessoas diagnosticadas com pré-diabetes, mesmo com acompanhamento médico, podem evoluir para o diabetes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A adoção de hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada e a prática regular de atividade física, é apontada como fundamental para o controle e possível reversão dessa condição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mulheres grávidas também podem apresentar a doença temporariamente durante a gestação. Isso acontece porque as taxas de açúcar ficam acima do normal, mas abaixo do valor para classificar como diabetes tipo 2. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o pré-natal, as mulheres devem fazer o acompanhamento para evitar os riscos de complicações na gravidez e no parto. Esse tipo de diabetes afeta entre 2 e 4% das gestantes e pode aumentar o risco de diabetes para a mãe e o bebê.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a Diabetes Latente Autoimune do Adulto (LADA) trata-se de uma condição que acomete principalmente adultos e é caracterizada pela destruição das células do pâncreas, decorrente de um processo autoimune do próprio organismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo sendo uma doença física, o diabetes pode causar transtornos mentais na vida dos pacientes. Segundo dados da Associação Nacional de Atenção ao Diabetes, estima-se que 6% a 8% dos idosos diabéticos são afetados pela demência. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é apontado aumento de 2 a 3,4 vezes o risco de demência vascular e 1,8 a 2 vezes maior risco da doença de Alzheimer em pessoas dessa faixa etária. O diabetes afeta a estrutura e função do cérebro, com lesões cerebrais mais frequentes e maior atrofia cortical.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os avanços tecnológicos têm contribuído para tornar o tratamento mais seguro e menos invasivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> Aparelhos como Monitores Contínuos de Glicose (CGM) e Sistemas Flash (FGMs) são dispositivos aplicados no corpo e medem os níveis de glicose, permitindo o paciente viver com mais segurança e liberdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a endocrinologista, os sensores de monitoramento contínuo de glicose representam uma das principais inovações para os pacientes. “Esses dispositivos fornecem acompanhamento em tempo real dos níveis de glicose com alertas automáticos para episódios de hipoglicemia (glicose baixa) e hiperglicemia (glicose alta), favorecendo um melhor controle glicêmico reduzindo o risco de complicações crônicas”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela destaca ainda a utilização das bombas de insulina, indicadas especialmente para pacientes com diabetes tipo 1. Os equipamentos realizam a liberação contínua de insulina, simulando de forma mais próxima o funcionamento natural do pâncreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos benefícios, a médica ressalta que o acesso a essas tecnologias ainda é limitado pelo alto custo e pela necessidade de substituição periódica dos equipamentos. Em alguns casos, o fornecimento ocorre por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), muitas vezes após decisão judicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Lunnara Saldanha, o desgaste psicológico influencia diretamente a continuidade do tratamento. “O fator psicológico tem um impacto enorme na adesão ao tratamento do diabetes. Muitas pessoas abandonam o tratamento porque o peso emocional de lidar com a doença diariamente se torna difícil de sustentar”, destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A endocrinologista explica que conceitos como <em>diabetes burnout</em>, caracterizado por exaustão física e emocional, e <em>diabetes distress</em>, relacionado ao sofrimento provocado pela doença, têm sido cada vez mais observados na prática clínica. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ela, essas condições podem levar à redução do uso de medicamentos, à diminuição da frequência dos exames e consultas, além de favorecer comportamentos como o comer emocional e o abandono das recomendações alimentares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A depressão é mais comum em pessoas com diabetes do que na população geral, e também pode piorar sintomas como falta de energia, dificuldade de concentração e de manter o autocuidado”, acrescenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desabastecimento de insulina e insumos (como tiras de glicemia) afeta cerca os brasileiros que dependem do SUS, como também pessoas que não têm condições de arcar com as despesas para o tratamento da doença. As consequências devido a ausência de insumos pode ser grave.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Lunnara Saldanha, a ausência de materiais como fitas reagentes, lancetas e agulhas pode comprometer o monitoramento da glicemia e aumentar o risco de complicações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As consequências podem afetar tanto a saúde física quanto a qualidade de vida, em razão do controle inadequado da glicemia, pois a ausência de monitorização dificulta ajustes na alimentação, na atividade física e na dose de insulina, aumentando o risco de complicações crônicas com Retinopatia diabética (problemas de visão), Doença Renal diabética, Neuropatia diabética (lesões nos nervos); além de Doenças cardiovasculares, como infarto e AVC e aumento das internações hospitalares”, alerta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista também chama atenção para as dificuldades relacionadas à alimentação. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ela, muitos pacientes acabam recorrendo a produtos ultraprocessados por serem mais acessíveis financeiramente, o que dificulta o controle da doença e favorece o ganho de peso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A realidade econômica dos pacientes também influencia diretamente as decisões médicas. Segundo a endocrinologista, é comum que o tratamento precise ser adaptado à capacidade financeira de cada pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Frequentemente precisamos adaptar o tratamento aos recursos financeiros disponíveis. Em muitos casos, precisamos substituir medicamentos mais modernos por alternativas disponíveis no SUS ou de menor custo para garantir adesão ao tratamento”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a médica, a adesão contínua é um dos fatores mais importantes para o sucesso terapêutico. “A realidade socioeconômica é um fator importante na tomada de decisão clínica, pois um tratamento acessível e seguido corretamente tende a produzir melhores resultados do que uma opção considerada ideal, mas inviável financeiramente para o paciente”, conclui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Paraíba, pacientes com diabetes contam com serviços e programas voltados ao tratamento e acompanhamento da doença. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em João Pessoa, usuários assistidos pela rede municipal de saúde podem se cadastrar no aplicativo João Pessoa na Palma da Mão para receber canetas reutilizáveis de insulina, consideradas mais práticas e seguras para a administração do medicamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já por meio da Farmácia de Alto Custo, vinculada ao Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF), a Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba disponibiliza insulinas análogas de ação rápida e prolongada, seguindo os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde para auxiliar no controle adequado dos níveis de glicose no sangue.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Paraíba também conta com iniciativas voltadas à pesquisa e ao atendimento especializado. Em João Pessoa, o Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW), da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), atua como referência no acompanhamento de pacientes com pré-diabetes e diabetes, oferecendo assistência multidisciplinar por meio de profissionais de diferentes áreas da saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Fonte: Polêmica Paraíba</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Trauma realiza mais de 590 atendimentos no fim de semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bertrand Chaves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 15:48:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, unidade do Governo da Paraíba em Campina Grande,&#160;atendeu 593 pessoas durante o fim de semana. O balanço tem como base as entradas realizadas a partir da zero hora do sábado (30) até as 23h59&#160;desse domingo (31).&#160;&#160;Nesse período, a unidade realizou 67 procedimentos cirúrgicos. O plantão de &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, unidade do Governo da Paraíba em Campina Grande,&nbsp;atendeu 593 pessoas durante o fim de semana. O balanço tem como base as entradas realizadas a partir da zero hora do sábado (30) até as 23h59&nbsp;desse domingo (31).&nbsp;&nbsp;Nesse período, a unidade realizou 67 procedimentos cirúrgicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O plantão de maior movimento foi o do&nbsp;sábado, quando 311 pessoas foram atendidas, seguido do plantão do domingo, quando deram entrada 282 pessoas.&nbsp;Desse total, 356 atendimentos foram realizados em homens e 237 em mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o levantamento da unidade de saúde, do total de atendimentos, 70 foram vítimas de acidentes de moto. Outros casos de emergência registrados foram agressão física (10), acidente de bicicleta (cinco), acidente de automóvel (cinco), atropelamento (um),&nbsp;vítimas de ferimentos por arma branca (duas), vítimas de projéteis de arma de fogo (duas), queda (140), queimaduras (seis) e AVC (13). Os demais atendimentos médicos foram na clínica médica e na pediatria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande é referência para alta complexidade em Traumatologia e Ortopedia para 203 municípios da Paraíba, o que abrange uma população de 2 milhões de pessoas e agora conta com os serviços de hemodinâmica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>MaisPB</strong></p>
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		<title>Anabolizantes podem levar à hipertofria cardíaca; saiba como prevenir</title>
		<link>https://www.portalsn1.com/destaque/anabolizantes-podem-levar-a-hipertofria-cardiaca-saiba-como-prevenir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bertrand Chaves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 09:07:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A morte&#160;do influenciador e fisiculturista Gabriel Ganley, aos 22 anos, cujo atestado de óbito apontou um quadro de cardiomiopatia hipertrófica, reacendeu o debate sobre os impactos do uso de anabolizantes na saúde do coração. &#160; Com 1,7 milhão de seguidores nas rede sociais, Ganley compartilhava sua rotina de treinos e já tinha revelado o uso &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>A morte&nbsp;do influenciador e fisiculturista Gabriel Ganley, aos 22 anos, cujo atestado de óbito apontou um quadro de cardiomiopatia hipertrófica, reacendeu o debate sobre os impactos do uso de anabolizantes na saúde do coração. &nbsp;</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?w=1220&#038;ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?w=1220&#038;ssl=1"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com 1,7 milhão de seguidores nas rede sociais, Ganley compartilhava sua rotina de treinos e já tinha revelado o uso de hormônios anabolizantes em sua preparação física. Ele foi <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-05/morte-do-fisiculturista-gabriel-ganley-e-investigada-como-suspeita" target="_blank" rel="noreferrer noopener">encontrado morto</a> em seu apartamento na Mooca, em São Paulo, no último sábado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Em muitos pacientes, o uso de anabolizantes em doses elevadas acaba levando à hipertrofia do coração. O coração cresce acima do normal porque ele também é um músculo. A hipertrofia que aumenta os músculos dos braços, das pernas, também aumenta o coração”, explica o cardiologista Herbert Lima Mendes, professor do Instituto de Educação Médica (Idomed).&nbsp;</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">O que são os anabolizantes?&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Cada vez mais populares para o ganho de massa muscular e melhoria de performance física, os esteroides anabolizantes (EA) são drogas sintéticas que têm como função central a reposição de testosterona, o principal hormônio masculino.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seu uso regular ocorre nos casos em que há déficit desse hormônio como, por exemplo, no envelhecimento. Entretanto, o uso sem supervisão médica para fins estéticos e de performance esportiva é proibido e altamente prejudicial à saúde.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Insuficiência cardíaca&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A cardiomiopatia hipertrófica causa o espessamento anormal do músculo cardíaco, tornando-o mais rígido. Esse quadro dificulta o bombeamento de sangue e o relaxamento do coração, sendo uma das principais causas de morte súbita em jovens e atletas.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Lima Mendes destaca que, a longo prazo, o crescimento do coração pode causar a falha do órgão, levando a uma insuficiência cardíaca. Segundo o médico, entre atletas que usam anabolizantes é comum a ocorrência da chamada “Síndrome de Super Homem”. &nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Os atletas dizem que isso acontece com os outros, não vai acontecer comigo. Eu não vou ter nada”, afirma.&nbsp;</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O médico alerta, ainda, que a ânsia em apresentar resultados&nbsp;leva as pessoas a aumentarem a dose e o número de substâncias em uso e, por consequência, elevar o risco de morte.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Infelizmente, muitas&nbsp;pessoas usam anabolizantes sem fazer avaliação cardiológica. E, quando descobrem alguma doença, já estão em uma fase que não dá para fazer nada”, diz o médico.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fator genético&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A médica Marcely Bonatto, diretora da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), esclarece que a cardiomiopatia é uma doença de fundo genético, acometendo um em cada 500 indivíduos. &nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Muitas pessoas não sabem que têm por serem assintomáticas. Mas existe um grande pano de fundo de transmissibilidade genética. E essa doença pode se manifestar na segunda ou terceira década de vida”, afirma.&nbsp;</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Independentemente do uso de anabolizantes, ela acredita que Gabriel Ganley podia ser portador da cardiomiopatia e desconhecer a condição. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ter certeza de que a morte do atleta foi causada exclusivamente pelo uso dessas substâncias, seria preciso avaliar exames cardíacos anteriores, a fim de detectar se ele tinha um coração estruturalmente normal que evoluiu para hipertrofia.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Se for considerar só o laudo da declaração de óbito, a gente poderia pensar que ele tem cardiomiopatia hipertrófica e tinha essa predisposição. Talvez já tivesse alterações e o anabolizante foi só um fator agravante, desencadeante da consequência. Mas não a causa absoluta”, afirma a médica. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Prevenção&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Marcely Bonatto reforça a importância para que as pessoas, mesmo jovem, façam exames para identificar precocemente alguma condição cardíaca. Segundo ela, atletas que praticam atividade física de forma competitiva, como esportes de alto rendimento, fisiculturismo ou triatlo, precisam passar por avaliação cardiovascular. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exames básicos, como eletrocardiograma e ecocardiograma, poderiam ter diagnosticado a cardiomiopatia hipertrófica no caso de Ganley e evitado sua morte, aponta a médica.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nem sempre a gente deveria esperar sintomas”, diz.&nbsp;</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os sintomas que podem motivar investigação cardiológica estão falta de ar ao esforço, dor no peito, tontura, desmaio e histórico de morte súbita sem causa na família. &nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Proibição&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A diretora da SBC reafirma que o uso de anabolizantes para fins estéticos e performance é proibido no Brasil. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As substâncias estão indicadas em casos de deficiência real de testosterona, a fim de restabelecer os níveis hormonais em homens com hipogonadismo (diminuição da produção de esperma ou de testosterona) confirmado clinicamente e por exames de sangue.  </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Entretanto, isso é feito de maneira indiscriminada entre jovens, muitas vezes prescrito por colegas ou profissionais de academias. Não tem acompanhamento. E a gente tem visto cada vez mais nos consultórios de cardiologia a consequência disso”, alerta.&nbsp;</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A médica trabalha com insuficiência cardíaca e transplante e, todas as semanas, recebe pacientes usando testosterona sem acompanhamento médico, com impacto cardiovascular. &nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“A gente já teve pacientes com perda importantíssima de função do coração, que foram referenciados para transplante cardíaco porque eram pessoas jovens, de 30 a 40 anos, e usavam anabolizantes sem nenhuma indicação”, conta.&nbsp;</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">No caso das mulheres, o uso hormônio masculino na forma injetável e também em chips, implantados no corpo,  tem sido cada vez mais comum, apesar de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-11/anvisa-atualiza-regras-sobre-implantes-hormonais" target="_blank" rel="noreferrer noopener">proibição pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)</a>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os chamados &#8220;chips da beleza&#8221; são dispositivos que liberam essas substâncias a longo prazo e oferecem às mulheres aumento do libido, da energia e da massa muscular. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Mas trazem também diversas consequências cardiovasculares, disfunções hepáticas, queda de cabelos, engrossamento da voz, acne, hipertrofia de clitóris. E isso é irreversível”, destaca Marcely. &nbsp;</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Fonte: Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>Novo coração, nova vida: Jovem de 25 anos renasce após transplante no Hospital Metropolitano</title>
		<link>https://www.portalsn1.com/destaque/novo-coracao-nova-vida-jovem-de-25-anos-renasce-apos-transplante-no-hospital-metropolitano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bertrand Chaves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 14:59:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma decisão tomada em meio ao luto transformou a madrugada de uma família paraibana em um novo começo. Enquanto parentes se despediam de uma mulher de 36 anos, outra família, marcada por perdas causadas pela mesma doença cardíaca, recebia a notícia capaz de mudar tudo: havia surgido um coração compatível para Felipe Ferreira da Silva, &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma decisão tomada em meio ao luto transformou a madrugada de uma família paraibana em um novo começo. Enquanto parentes se despediam de uma mulher de 36 anos, outra família, marcada por perdas causadas pela mesma doença cardíaca, recebia a notícia capaz de mudar tudo: havia surgido um coração compatível para Felipe Ferreira da Silva, de 25 anos. O “sim” dado para a doação permitiu que o jovem entrasse, no centro cirúrgico do Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, em Santa Rita, para o segundo transplante cardíaco realizado este ano na unidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de quatro anos convivendo com uma cardiomiopatia e de cerca de um ano na fila de espera, Felipe descrevia a mistura de ansiedade e felicidade poucas horas antes da cirurgia. “Estou tranquilo, esperando só a hora. Alegre demais”, contou. Apesar da dificuldade para dormir, causada pela sequência de exames realizados durante toda a madrugada, o jovem demonstrava confiança no procedimento. “Vai dar tudo certo. Já deu certo”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A notícia chegou no fim da tarde anterior, por telefone. Felipe lembra que foi orientado a permanecer atento ao celular. “Ela disse para eu ficar atento porque a qualquer momento entraria em contato. Quando falou, eu já imaginei que era sobre o transplante”, relembrou. Pouco depois, a família seguiu para o hospital, onde os preparativos começaram imediatamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A espera pelo órgão era compartilhada por todos os familiares, especialmente pelo irmão de Felipe, José Douglas de Lima. Segundo ele, o transplante representa também uma vitória emocional para a família, que já perdeu a mãe e uma irmã em decorrência do mesmo problema cardíaco. “A gente estava esperando há muito tempo. Graças a Deus chegou esse momento. Estamos muito felizes e cheios de esperança”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Responsável técnico pelo transplante cardíaco no Hospital Metropolitano, o cirurgião cardiovascular Antônio Pedrosa destacou a maturidade do serviço desenvolvido na Paraíba. Segundo ele, a unidade já ultrapassou a marca de 20 transplantes realizados, alcançando resultados compatíveis com os principais centros internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos falando de um procedimento extremamente complexo, mas que hoje pode ser feito aqui no nosso estado, sem que o paciente precise sair da Paraíba para buscar tratamento”, ressaltou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o médico, o caso teve uma particularidade importante: tanto o doador quanto o receptor estavam internados no mesmo hospital, o que agilizou a logística da cirurgia. “Isso facilita o processo de captação e implantação do órgão, tornando todo o procedimento ainda mais rápido e seguro”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antônio Pedrosa também fez questão de agradecer à família da doadora. “Todo transplante começa com um gesto de amor. Existe uma família vivendo a dor da perda, mas que encontra força para pensar na vida de outras pessoas. Sem esse gesto, nada disso seria possível.”</p>
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		<item>
		<title>Saúde de JP amplia acesso a vacina contra Influenza para novos públicos; confira</title>
		<link>https://www.portalsn1.com/destaque/saude-de-jp-amplia-acesso-a-vacina-contra-influenza-para-novos-publicos-confira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bertrand Chaves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 12:30:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Saúde (SMS), vai ampliar temporariamente, nesta segunda-feira (25), condicionados ao número de doses disponíveis, a vacinação contra Influenza para grupos estratégicos prioritários no Município. A medida foi adotada diante do atual cenário epidemiológico de circulação dos vírus respiratórios, do aumento dos casos de Síndrome Respiratória &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Saúde (SMS), vai ampliar temporariamente, nesta segunda-feira (25), condicionados ao número de doses disponíveis, a vacinação contra Influenza para grupos estratégicos prioritários no Município. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida foi adotada diante do atual cenário epidemiológico de circulação dos vírus respiratórios, do aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e da necessidade de fortalecimento das ações de prevenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Serão contempladas crianças menores de 10 anos, pessoas com 50 anos ou mais, pais, mães e responsáveis por crianças menores de dois anos, trabalhadores da educação, trabalhadores do trade turístico, motoristas de aplicativo e trabalhadores de transporte de passageiros, catadores de materiais recicláveis, agente de limpeza urbana, trabalhadores de serviços funerários, profissionais da imprensa e de comunicação e, trabalhadores de serviços essenciais com atendimento presencial contínuo e elevada circulação de pessoas (descrição específica na tabela abaixo).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inicialmente a vacina estava destinada apenas aos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde (MS), a campanha passa agora a contemplar todas as pessoas para receber o imunizante, com o objetivo de ampliar a cobertura vacinal e reduzir os impactos das síndromes respiratórias na Capital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As campanhas de vacinação são direcionadas, em um primeiro momento, aos públicos prioritários, que apresentam maior risco de agravamento da doença, considerando o cenário epidemiológico e o número de casos registrados no Município. Essa estratégia tem como objetivo não apenas garantir a proteção individual, mas também reduzir a circulação do vírus, prevenindo casos graves, internações e a sobrecarga dos serviços de saúde, tanto da rede pública quanto da privada”, destacou o secretário municipal de Saúde, Luis Ferreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O secretário reforçou ainda que os grupos prioritários seguem como foco central da campanha, devido à maior vulnerabilidade ao adoecimento. “No caso de crianças, gestantes e idosos, a vacinação já faz parte do calendário de rotina, fortalecendo a prevenção e ampliando a proteção desses públicos mais suscetíveis às complicações da doença. Seguimos convocando esse grupo para que não esqueça a importância dessa prevenção, que está disponível nos diversos serviços da Rede Municipal”, completou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vacina contra a Influenza é atualizada anualmente conforme as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e protege contra os vírus H1N1, H3N2 e Influenza B. Além de segura e eficaz, a dose pode ser administrada simultaneamente com outras vacinas do calendário básico de imunização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os profissionais de saúde reforçam que a vacinação continua sendo a principal forma de prevenção contra a gripe, reduzindo significativamente os riscos de complicações, hospitalizações e óbitos causados pela doença. “Estamos nos aproximando do período das festividades juninas, quando muitas pessoas viajam e participam de eventos com maior aglomeração. Por isso, é fundamental que todos estejam vacinados, contribuindo para a redução da circulação do vírus e para a proteção das pessoas mais vulneráveis”, reforçou Fernando Virgolino, chefe da Seção de Imunização.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Serviços disponíveis –</strong>&nbsp;As salas de vacinas estão disponíveis em toda a cidade e são de fácil acesso à população. As Policlínicas Municipais, que funcionam das 7h às 17h, o Centro de Imunização, localizado no bairro da Torre, conta com atendimento das 8h às 16h e, as Unidades de Saúde da Família (USFs) atendem das 7h às 11h e das 12h às 16h.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ampliar o acesso da população, a Prefeitura também mantém pontos móveis de vacinação instalados no Shopping Sul, Shopping Tambiá e Home Center Ferreira Costa, com atendimento de segunda a sexta-feira, a partir das 12h, e aos sábados, das 8h às 16h. Já o quiosque localizado na Orla de Cabo Branco funciona de segunda a sexta-feira, das 17h às 21h. No Shopping Tambiá, com atendimento exclusivamente aos sábados, o horário é das 9h às 16h.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Documentos necessários&nbsp;</strong>– Além da documentação básica, documento oficial com foto, CPF ou Cartão SUS e caderneta de vacinação, os integrantes dos grupos prioritários deverão apresentar um comprovante que ateste o vínculo com a categoria contemplada pela campanha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso dos trabalhadores, poderão ser aceitos documentos como crachá funcional, contracheque, carteira de trabalho, declaração da instituição empregadora ou outro comprovante de exercício da função. Já pais, mães e responsáveis por crianças menores de dois anos devem apresentar documento da criança, como certidão de nascimento ou cartão de vacinação, que comprove a idade. A medida tem como objetivo garantir que a imunização seja destinada aos públicos definidos nesta etapa da campanha.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vacinação domiciliar–</strong> A Prefeitura de João Pessoa também oferece a opção de vacinação domiciliar para pessoas acamadas/restritas ao leito, que não conseguem se deslocar até um serviço de saúde. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ter acesso ao serviço, é necessário realizar o agendamento por meio do aplicativo ‘João Pessoa na Palma da Mão’.<br>Encontre o local mais próximo para se vacinar, em salas ou pontos móveis:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Unidades de Saúde da Família (USFs)<br>Horário</strong>: das 7h às 11h e das 12h às 16h (De segunda a sexta-feira)<br>Todas as vacinas do calendário de rotina e de campanhas:<br>Dengue: adolescentes de 10 a 14 anos;<br>Covid-19: crianças menores de 5 anos e grupos prioritários;<br>HPV: atualização para o público de 9 a 19 anos.<br>Vírus Sincicial Respiratório (VSR) tipos A e B: exclusivo para gestantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Policlínicas Municipais (Cristo, Mangabeira, Mandacaru, Jaguaribe e Praias)<br>Horário:&nbsp;</strong>das 8h às 16h (De segunda a sexta-feira)<br>Todas as vacinas do calendário de rotina e de campanha:<br>Dengue: adolescentes de 10 a 14 anos;<br>Covid-19: crianças menores de 5 anos e grupos prioritários;<br>HPV: atualização para o público de 9 a 19 anos;<br>Vírus Sincicial Respiratório (VSR) tipos A e B: exclusivo para gestantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Centro Municipal de Imunização – Torre<br>Horário:</strong>&nbsp;das 8h às 16h (De segunda a sexta-feira)<br>Todas as vacinas do calendário de rotina e de campanha:<br>Dengue: adolescentes de 10 a 14 anos;<br>Covid-19: crianças menores de 5 anos e grupos prioritários;<br>HPV: atualização para o público de 9 a 19 anos;<br>Vírus Sincicial Respiratório (VSR) tipos A e B: exclusivo para gestantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Home Center Ferreira Costa – BR 230 – Aeroclube<br>Horário:</strong>&nbsp;12h às 20h (segunda a sexta) e das 8h às 16h (sábados)<br>Todas as vacinas do calendário de rotina e de campanhas:<br>Covid-19: crianças menores de 5 anos e grupos prioritários;<br>HPV: atualização para o público de 9 a 19 anos;<br>Vírus Sincicial Respiratório (VSR) tipos A e B: exclusivo para gestantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Shopping Sul – Bancários<br>Horário:</strong>&nbsp;12h às 20h (segunda a sexta) e das 10h às 16h (sábados)<br>Todas as vacinas do calendário de rotina e de campanha:<br>Covid-19: crianças menores de 5 anos e grupos prioritários;<br>HPV: atualização para o público de 9 a 19 anos.<br>Vírus Sincicial Respiratório (VSR) tipos A e B: exclusivo para gestantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Shopping Tambiá – Tambiá<br>Horário:</strong>&nbsp;Exclusivamente aos sábados, das 9h às 16h<br>Todos os imunizantes do calendário de rotina e de campanha:<br>Covid-19: crianças menores de 5 anos e grupos prioritários;<br>HPV: atualização para o público de 9 a 19 anos;<br>Vírus Sincicial Respiratório (VSR) tipos A e B: exclusiva para gestantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mix Mateus – Unidade Valentina Figueiredo</strong><br>(R. Brasilino Alves da Nóbrega – Valentina de Figueiredo)<br><strong>Horário</strong>: 12h às 21h (segunda a sexta) e das 8h às 16h (sábados)<br>Todas as vacinas do calendário de rotina e de campanha:<br>Covid-19: crianças menores de 5 anos e grupos prioritários;<br>HPV: atualização para o público de 9 a 19 anos.<br>Vírus Sincicial Respiratório (VSR) tipos A e B: exclusivo para gestantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quiosque na Orla –&nbsp;Avenida Cabo Branco – na frente do Xênius Hotel e próximo ao CAT Adaptado<br>Horário</strong>: Apenas de segunda a sexta-feira, das 17h às 21h.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Fonte: Secom-JP</em></strong><a href="https://www.pbagora.com.br/noticia/colunistas/ivsonlira/"></a></p>
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		<title>Veja as mudanças para farmácias e drogarias com o novo sistema de controle de receitas</title>
		<link>https://www.portalsn1.com/brasil/veja-as-mudancas-para-farmacias-e-drogarias-com-o-novo-sistema-de-controle-de-receitas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bertrand Chaves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 10:36:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Sistema Nacional de Controle de Receituários (SNCR), criado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), vai mudar a forma como receitas de medicamentos controlados serão emitidas, validadas e dispensadas no Brasil. A ferramenta foi instituída pela RDC nº 873/2024 e tem como objetivo centralizar, em âmbito nacional, a gestão das numerações de receitas de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Sistema Nacional de Controle de Receituários (SNCR), criado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), vai mudar a forma como receitas de medicamentos controlados serão emitidas, validadas e dispensadas no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ferramenta foi instituída pela RDC nº 873/2024 e tem como objetivo centralizar, em âmbito nacional, a gestão das numerações de receitas de medicamentos sujeitos a controle especial, ampliando a segurança e reduzindo fraudes e falsificações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, o SNCR permitirá rastrear todo o ciclo da receita: emissão, dispensação e baixa. Antes, cada Vigilância Sanitária estadual possuía seu próprio controle de numeração. Com o novo sistema, a numeração passa a ser única em todo o território nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As Vigilâncias Sanitárias continuam responsáveis pela concessão e pelo controle das numerações aos prescritores, agora por meio de uma ferramenta digital padronizada e automatizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sistema está em funcionamento desde 2024, para uso das Vigilâncias Sanitárias, e terá novas funcionalidades voltadas para farmácias e drogarias a partir de junho de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nova fase – emissão eletrônica de Notificações de Receita</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A próxima fase do sistema prevê a emissão de Notificações de Receita em meio eletrônico, integrando numeração, prescrição e registro de utilização em um único ambiente digital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, a Anvisa irá disponibilizar ferramentas específicas no sistema, cujas etapas terão início em junho de 2026. Os receituários físicos, no entanto, continuam válidos e conviverão com o modelo eletrônico e não serão registrados no SNCR neste momento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As Vigilâncias Sanitárias permanecem responsáveis pela concessão e pelo controle da numeração dos receituários, agora apoiadas por uma plataforma digital nacional. Já as farmácias e drogarias passarão a contar com funcionalidades voltadas ao registro do uso das receitas eletrônicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que muda para farmácias e drogarias?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As farmácias passarão a participar ativamente do SNCR para o controle sanitário das receitas eletrônicas de medicamentos controlados, sendo responsáveis por “fechar o ciclo” da prescrição dentro do sistema.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Isso inclui:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Validar a autenticidade da receita;</li>



<li>Confirmar os dados do prescritor;</li>



<li>Realizar a baixa eletrônica da receita;</li>



<li>Impedir reutilização da numeração.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quando o sistema passa a valer para farmácias e drogarias?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Anvisa está trabalhando em uma etapa prévia, que é a integração do sistema com as plataformas eletrônicas de prescrição. Essa etapa terá início a partir de junho de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Posteriormente, será concedido o acesso às farmácias e drogarias. O cronograma será divulgado oportunamente, com prazos de adequação e orientações detalhadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O receituário físico vai acabar?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não. O receituário físico continuará existindo, e os talonários ainda poderão ser utilizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O SNCR vai substituir o SNGPC?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não. O Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC) continuará em funcionamento. Inicialmente, os dois sistemas deverão coexistir. Enquanto o SNGPC controla a movimentação de estoque, o SNCR terá foco na receita.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>As Receitas de Controle Especial (brancas), de antimicrobianos e de agonistas de GLP-1 eletrônicas, poderão continuar a ser emitidas?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As Receitas de Controle Especial (brancas), de antimicrobianos e de agonistas de GLP-1 eletrônicas poderão continuar a ser emitidas, desde que integradas ao SNCR.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir da disponibilização da ferramenta de integração, as receitas emitidas até essa data, ou seja, sem integração com o SNCR, poderão ser aceitas pelas farmácias por até 30 dias. Dentro desse período, não será necessário registrar a utilização dessas receitas no SNCR.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como já ocorre atualmente, essas receitas não precisam de numeração concedida antecipadamente. A integração com o SNCR permitirá a identificação numérica da receita no momento da emissão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que as farmácias precisam fazer agora?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste momento, não existe acesso direto ao SNCR para farmácias e drogarias. O sistema é utilizado exclusivamente pelas Vigilâncias Sanitárias estaduais, municipais e do Distrito Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As funcionalidades específicas para farmácias e drogarias, assim como estabelecimentos dispensadores, ainda serão disponibilizadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que será necessário para acessar o sistema futuramente?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Farmácias e dispensários públicos: </strong>Possuir Cadastro Nacional de Estabelecimentos de saúde (CNES).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Farmácias e drogarias privadas:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>e-CNPJ</li>



<li>AFE válida (Autorização de Funcionamento de Empresa);</li>



<li>Estabelecimento regularizado;</li>



<li>Conta GOV.BR dos gestores;</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Serviços de emissão de receitas eletrônicas:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Integrar seus sistemas ao SNCR, após a disponibilização da documentação da API pela Anvisa.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>OBS: Neste momento, os prescritores não precisarão se cadastrar ou acessar o SNCR diretamente.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vai haver treinamento para as farmácias?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. A Anvisa irá disponibilizar manuais de utilização, orientações técnicas e webinares sobre o uso do sistema.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SNGPC x SNCR: qual a diferença?</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><td><strong>SNGPC</strong></td><td><strong>SNCR</strong></td></tr></thead><tbody><tr><td>Escrituração sanitáriaControle de &nbsp;estoque</td><td>Controle de receitas</td></tr><tr><td>Foco na movimentação do medicamento</td><td>Foco na prescrição e sua utilização</td></tr><tr><td>Recebe informações consolidadas por período</td><td>Rastreabilidade de cada receita</td></tr><tr><td>Já utilizado pelas farmácias</td><td>Novo sistema nacional</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Fonte: Agência Gov.br</em></strong><a href="https://www.pbagora.com.br/noticia/colunistas/ivsonlira/"></a></p>
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		<title>Fiscalização apreende mais de 750 kg de carnes em supermercado de João Pessoa</title>
		<link>https://www.portalsn1.com/destaque/fiscalizacao-apreende-mais-de-750-kg-de-carnes-em-supermercado-de-joao-pessoa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bertrand Chaves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 22:11:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após receber denúncia de um consumidor, a fiscalização da Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de João Pessoa (Procon-JP) apreendeu, nesta terça-feira (19), 759 quilos de carnes bovina, suína, de frango e linguiça em um supermercado no bairro Ernani Sátiro, na Capital, que estavam expostos com a data de validade vencida ou sem &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Após receber denúncia de um consumidor, a fiscalização da Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de João Pessoa (Procon-JP) apreendeu, nesta terça-feira (19), 759 quilos de carnes bovina, suína, de frango e linguiça em um supermercado no bairro Ernani Sátiro, na Capital, que estavam expostos com a data de validade vencida ou sem nenhuma informação de origem. O estabelecimento foi autuado e os produtos foram descartados no local.<br> <br>O secretário do Procon-JP, Junior Pires, enfatiza a importância de o consumidor ficar atento durante suas compras e realizar a denúncia se suspeitar de alguma irregularidade. “Garanto ao cidadão que consideramos todas as denúncias e reclamações que chegam ao Procon-JP e realizamos a fiscalização o mais rapidamente possível”, afirmou.<br> <br>Além dos produtos vencidos, a fiscalização detectou irregularidades como a falta de informações, ou seja, sem datas de validade, de fabricação, de manipulação e de origem. “Portanto, o produto estava impróprio para o consumo, conforme a Resolução 216/2024 da Anvisa”, explica o titular do Procon-JP.<br> <br><strong>Cuidado com perecíveis</strong> – Junior Pires aconselha ao consumidor que, ao fazer a feira de alimentos, deve-se observar a data de validade e de fabricação, se há registro nos órgãos de vigilância e se a aparência está com aspecto saudável, principalmente em alimentos perecíveis como carnes.<br> <br><strong>Penalidades – </strong>O estabelecimento autuado está sujeito às penalidades previstas na legislação, a exemplo da aplicação de multas, com a empresa recebendo um prazo legal de 10 dias contados a partir da data do recebimento do auto de infração para proceder a defesa.</p>
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		<item>
		<title>Após mais de 100 jovens passarem mal em EJC, Paróquia leva caso à Arquidiocese da Paraíba</title>
		<link>https://www.portalsn1.com/noticias/apos-mais-de-100-jovens-passarem-mal-em-ejc-paroquia-leva-caso-a-arquidiocese-da-paraiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bertrand Chaves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 16:19:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[paraiba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Paróquia Nossa Senhora de Fátima, no bairro de Miramar, em João Pessoa, informou na manhã desta segunda-feira (18) que comunicou oficialmente à Arquidiocese da Paraíba&#160;os casos de mal-estar registrados durante o Encontro de Jovens com Cristo (EJC), realizado neste fim de semana. Mais de 100 encontristas, encontreiros e casais apresentaram sintomas como vômitos e &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Paróquia Nossa Senhora de Fátima, no bairro de Miramar, em João Pessoa, informou na manhã desta segunda-feira (18) que comunicou oficialmente à Arquidiocese da Paraíba&nbsp;<a href="https://mauriliojunior.com/2026/05/18/mais-de-100-jovens-de-grupo-catolico-passam-mal-apos-encontro-em-joao-pessoa"><strong>os casos de mal-estar registrados durante o Encontro de Jovens com Cristo (EJC)</strong></a>, realizado neste fim de semana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais de 100 encontristas, encontreiros e casais apresentaram sintomas como vômitos e indisposição, principalmente no encerramento das atividades do encontro. Muitos precisaram procurar atendimento médico em hospitais da Capital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, a igreja afirmou que a coordenação do evento e o pároco passaram a acompanhar os casos logo após os primeiros relatos e prestaram assistência aos participantes e familiares. “Desde que tomou conhecimento da situação, a coordenação do encontro e o pároco passaram a acompanhar de perto os casos relatados, prestando assistência aos jovens e mantendo contato com as famílias. Alguns participantes foram encaminhados para atendimento hospitalar, onde receberam os cuidados médicos necessários”, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A paróquia também informou que a Arquidiocese da Paraíba acompanha o caso. “A Arquidiocese da Paraíba já foi informada sobre o ocorrido e, juntamente com a paróquia, acompanha atentamente a situação, buscando compreender as circunstâncias dos fatos e colaborando com todas as orientações necessárias”, acrescentou a nota.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme apuração do&nbsp;<strong>@blogmauriliojunior</strong>,&nbsp;<a href="https://mauriliojunior.com/2026/05/18/apos-mais-de-100-passarem-mal-jovens-fazem-exames-para-salmonela-em-joao-pessoa"><strong>participantes realizaram exames para investigar possível contaminação por salmonela</strong></a>. Até o momento, não há confirmação oficial sobre a causa dos casos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Confira a nota na íntegra</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">NOTA OFICIAL</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Paróquia Nossa Senhora de Fátima, no bairro de Miramar, em João Pessoa, informa que, durante a realização do Encontro de Jovens com Cristo (EJC), ocorrido neste fim de semana, alguns participantes apresentaram sintomas de mal-estar, entre eles episódios de vômito, especialmente ao final das atividades do encontro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde que tomou conhecimento da situação, a coordenação do encontro e o pároco passaram a acompanhar de perto os casos relatados, prestando assistência aos jovens e mantendo contato com as famílias. Alguns participantes foram encaminhados para atendimento hospitalar, onde receberam os cuidados médicos necessários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Arquidiocese da Paraíba já foi informada sobre o ocorrido e, juntamente com a paróquia, acompanha atentamente a situação, buscando compreender as circunstâncias dos fatos e colaborando com todas as orientações necessárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Paróquia Nossa Senhora de Fátima manifesta sua solidariedade e proximidade com os jovens e seus familiares, colocando-se à disposição para auxiliar no que for necessário, reafirmando seu compromisso com o cuidado, a responsabilidade e o bem-estar de todos os participantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Unidos em oração, pedimos a Deus pela pronta recuperação dos jovens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">João Pessoa, 18 de maio de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paróquia Nossa Senhora de Fátima<br>Miramar – João Pessoa/PB</p>
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		<title>OMS diz que surto de Ebola em países africanos é emergência de saúde global</title>
		<link>https://www.portalsn1.com/destaque/oms-diz-que-surto-de-ebola-em-paises-africanos-e-emergencia-de-saude-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bertrand Chaves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:19:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde declarou neste final de semana, um surto de Ebola causado pelo vírus Bundibugyo na República Democrática do Congo e no Uganda uma emergência de saúde pública de preocupação internacional. A OMS disse que o surto não atende aos critérios de emergência pandêmica. Oitenta pessoas morreram em um novo surto de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Organização Mundial da Saúde declarou neste final de semana, um surto de Ebola causado pelo vírus Bundibugyo na República Democrática do Congo e no Uganda uma emergência de saúde pública de preocupação internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A OMS disse que o surto não atende aos critérios de emergência pandêmica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Oitenta pessoas morreram em um novo surto de Ebola na província de Ituri, no leste da República Democrática do Congo, informou o Ministério da Saúde do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, foram registrados 246 casos suspeitos do vírus, informou o ministério. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo disse que ativou seu centro de operações de emergência de saúde pública, reforçou a vigilância epidemiológica e laboratorial e ordenou a rápida mobilização de equipes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A principal agência de saúde pública da África disse na sexta-feira que havia um surto confirmado de Ebola na província de Ituri e que o número de mortos era de 65 até aquele momento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Centro Africano de Controle e Prevenção de Doenças disse em um comunicado que estava convocando uma reunião urgente com o Congo, Uganda, Sudão do Sul e parceiros globais para reforçar a vigilância transfronteiriça, a preparação e os esforços de resposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Fonte: CNN</strong></em><a href="https://www.pbagora.com.br/noticia/colunistas/severino/"></a></p>
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